01 September, 2008

Esta noite...

- Liga a luz...
- Zzzzzzz
- Liga a luz! Liga a luz!
- Hum... hã, que foi?
- Liga a luz...!

Luz ligada.

- O que foi?

Dezenas de aranhas... rápidas... parede... Merda! Freud, não tens mais nada para fazer?!

- ... nada. Tenho de ir à casa-de-banho...

Depois da vergonha onírica, ergo as pernas para saltar da cama e pum. Pum na parede. E, qual tripla estupidez, ainda afago a dita, tentando perceber se a parede estava mesmo lá.

Estava.

- Então?
- Eheheh. Ia sair por ali.

Bah!

26 August, 2008

Hã...?

... já estamos em 2008!?

Glup...

26 December, 2007

Triplo Oh!

Mais um Natal... viral, mas colorido.

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Faltou uma cor...


Boas Festas a tutti (-frutti, que as vitaminas não descoram.)


18 November, 2007

Vão-se as teias, ficam os lacticínios

Os iogurtes estão caros!

E eu

sem tempo sequer para escrev...


27 September, 2007

Presente

Queria fazer-te entender
Que as palavras pesam como os sentimentos
E é tão difícil ouvir sem sentir
[...]


26 September, 2007

Quedas...

Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo...

Fernando Pessoa


[... se me deixarem.]


25 September, 2007

...

O fim-de-semana foi [mais] azul. Mas nem por isso a vida ficou [mais] cor-de-rosa.


Trust is a bitch.


22 September, 2007

Se não voltar...

... das duas uma, ou não sobrevivi ou perdi-me...

20 September, 2007

...

O que fazer quando os dias não são dias e as noites nos engolem?

19 September, 2007

Por que raio...

... é que uma (sra.) aranha se dará ao trabalho de subir a um 8º andar?!

Bungee jumping nocturno? Hum...

18 September, 2007

...

Preciso de [um] sol.

17 September, 2007

Hum...

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... será uma questão de rugido ou de rugir?


14 September, 2007

...

Fui ver o mar. Estava, debaixo daquela neblina, muito calmo.

Eu não.


...

There'll come a time, now don't forget it
There'll come a time, when you'll regret it

Some day, when you grow lonely


13 September, 2007

...

And the fear that I feel
Is incredibly real
Everything is gonna be all right
Everything is gonna be all right


12 September, 2007

Dei duas de seguida!

Culpa do neurónio solitário? Do polegar rápido e mecânico? De ambos os dois? Who the hell knows?

Dei a primeira... e roguei-me pragas! Então não é que, enquanto me amaldiçoava, dei a segunda?! Damn me!

Convém referir, porém [e em minha defesa], que, entre telemóveis e campainha, não me deixaram dormir toda a manhã. Resultado: duas calinadas consecutivas; mais precisamente duas mensagens enviadas para as pessoas erradas.

11 September, 2007

Manuela Moura Guedes...

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... está algures entre a plasticina e o Michael Jackson.


Susto ao Ocaso

Mais uma urgência para as estatísticas. Bem, seria mais uma se não fosse o meu pai...

Trim trim trim... sangue a esguichar que nem um géiser tresloucado... não há meio de parar... hospital.

Agarrei nas chaves do carro e tentei voar para ele. Se o meu pai queria (e tinha de) ir para o hospital era porque aquele pedaço de vidro tinha feito bem o seu trabalho...

Passados nem 5 minutos já o tinha dentro do carro. Embora bem encarado, tremia. A toalha enrolada no braço, felizmente, não deixava passar nem um géiser bebé.

Chegámos rapidamente às urgências... triagem... entrada imediata!

Esperei... fumei... esperei... fumei... mais de uma hora e meia; Agora sim, estava verdadeiramente preocupada. O corte seria assim tão mau? Mas por que raio não me dizem nada? Nem ele sai, nem eu sei.

Lá me resolvi a ir pedir informações, e passados 2 minutos:
- Ele está agora a ser atendido na microcirurgia. Terá de aguardar só um bocadinho.

Agora?? Ah, claro, também ainda só tinham passado 2 horas!

Lá lhe deram meia dúzia de pontos; ao que parece, só porque alguém FINALMENTE lhe perguntou do que estava ele à espera!

Tinham deixado a sua ficha em cima vá-se-lá-saber-do-quê sem avisarem o médico em questão... [Parece que o tipo até praguejou.]

10 September, 2007

...

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09 September, 2007

Volúpia

[...]
- Meu corpo! Trago nele um vinho forte:
Meus beijos de volúpia e de maldade!

Trago dálias vermelhas no regaço...
São os dedos do sol quando te abraço,
Cravados no teu peito como lanças!

E do meu corpo os leves arabescos
Vão-te envolvendo em círculos dantescos
Felinamente, em voluptuosas danças...

Florbela Espanca